Caos nas ruas da França amplia desgaste de Macron e pode beneficiar extrema direita
19 de out. de 2026, 12:19

Presidente Emmanuel Macron pediu calma em um pronunciamento à nação após saques e violência generalizados. POOL/AFP via Getty Images A seis meses das eleições presidenciais, as cenas de destruição na França evocavam uma zona de guerra e eram o retrato da fragilidade do Estado sob o comando de Emmanuel Macron. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Saques a lojas, ataques a prefeituras e prédios públicos se apartaram das manifestações estudantis e rapidamente ganharam contornos políticos, explorados pelas principais forças que disputam a sucessão no Palácio Eliseu. O apelo de Macron — “Quem destruiu deve pagar; quem saqueou, deve restituir” — pareceu diluir-se na apatia,…
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